O golpe do cheque esta se tornando um crime comum não só em Itapeva mas em todo o Brasil. Os bancos procuram implantar cada vez mais sistemas de segurança, como código de barras para evitar o golpe. Só que nem sempre funciona.
As autoridades em crime contra o consumidor explicam que existem dois tipos de fraudes, o falsificado e o clonado. No caso de um cheque falsificado ou clonado o correntista não pode ser responsabilizado e nem punido. “Ele deve ser ressarcido pelo banco de todas as eventuais despesas que possam ocorrer nesse caso”, explicam.
“O ideal é que os comerciantes continuem fazendo a confirmação de telefone e endereço e, quando possível, consultar o banco do cliente”, orienta a ACIAI.
Se o correntista é vítima do golpe, muitas vezes o próprio banco também acaba sendo.
A assessoria de imprensa do Banco Central explica que só em caso de erro ou não cumprimento das normas no cadastramento do cliente é que a instituição financeira é punida. Para o Banco Central os casos de falsificação ou clonagem são para investigação da polícia.